Bem por de cima das nuvens branquis, pode-se vê uma luz morena cheirando a pinho doce do Pará, esse meu olfato profano invade a atmosfera, imaculada por si só. Faço de escada para subir, meus versos octanados em prosa sem coerência! mas garanto que a coesão se esconde por detrás das viajem juptinianas procurando a morena do cheiro de pinho... vou desviado de estrelas e empacando em nebulosas pitorescamente familiares para minha mente cheia do caos da tempestade iônica que eu peguei quando passei lá de depois de Orion, vi que o leão que tanto me rotulam é um conjunto geométrico que Hierão ficaria feliz em tirar o perímetro, fui sugado para um lugar negro onde meus pensamentos pensavam e pensaram que o que eu pensava seria nulo em uma buraco que só suga o que pensamos.. Sai de lá, parei ali e só voltei quando o teu cheiro senti.. era pinho ô pinho. Acordei de um sonho que jamais esquecerei! PINHO
Haaar, como foi bom . voltei em!
sábado, 24 de dezembro de 2011
domingo, 18 de dezembro de 2011
Ombros amadeirados.
No mundo que estou, posso ver o que via e cria que não acabaria essa tal monotonia que me guiava pelo magistério incomodo da pressão alheia sobre meus ombros roídos por cupins de lei. Não sinto falta do que disseram que era bom, este conceito foi criado pela minha cabeça viajante faz é tempo, juro pelos fios ruivos de minha barba que todo meu córtex esquerdo carregará consigo pingentes carimbados com com... com carimbo mesmo. a vocês companheiros de viajens pelos vales da insegurança e incerteza, é a vocês que eu tenho a honra de dizer: Iaê meus veis, iaê meus amigos!
domingo, 20 de novembro de 2011
Seja feliz.
Vim desbravando e morfando todas as barreras lexicais de minha mente em pontes consistentes, vim de fora e parto de dentro, chego lá, onde consigo ver o nublado cérebro que tenho... Vejo que está a relampejar impulsos frenéticos que continuam a hibernar. Em fim eu conseguir encontra o que eu não procurava, uma velharia que se você pensar saberá que não me serve mais, pois foi lhe dada outra flor. joguei fora, chorei, ri mas sei que aquilo aglutinou no meu jeito Magalhães de ser, você que fez isso, lhe esqueci, seja feliz.
não terá foto. não corrigirei . nem se quer pensarei.
não terá foto. não corrigirei . nem se quer pensarei.
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Vale a pena.
Eu e uma legião de problemas procuram no horizonte uma solução, mas não vê...Uma nebulosa negra cobre o poço de onde jorra-se cérebros pensantes nessa terra impura onde habito com gosto, não mentirei, posso usufruir de vários pseudos paraísos empoeirados pela brisa da caatinga de sofrimento alheio.
Na terra seca, eu consigo ver as rachaduras de ódio e medo se fundir e habitar apenas um vertente de sentimento, o cordão alimentador de diabruras é pisoteado pelo som que carrego uma baque de trovão que foi-me dado na terra onde os que andam, andam com duas pés e os que pensam não podem andar. Baque tremendo absorvedor e destruidor de magoas, a musica que é exalada é límpida e forte o suficiente para encher a mente vazia dos do poço, perambulo com meus sino da ionosfera avisando que estou a encher-te... e minha função é essa encher sua mente com o que vale a pena.
domingo, 30 de outubro de 2011
Desbravar.
Algo que estou tentando fazer, colidir com o que é errado já não é meu principal objetivo, preciso viver a vida que o pai me deu. As grutas no meu interior são habitadas pro feras feridas que se curam a cada iniciativa que eu inicio contra a sociedade mergulhada no pântano da ignorância.
Nunca falei de amor... e vou falar agora: Amor algo tão intimo do coração que as decepções não podem toca-lo pois o amor sobrevive a toda ofensiva externa que venhamos a passar. Mesmo cambaleando não podemos esconder, mergulhando no mar do esquecimento, algo tão grande e necessário ao homem que busca ser feliz promovendo o desbravamento interno, o aterro de abismo é algo possível em terreno regado pela fé.
Esses pensamentos ,que mal se encaixam, são o inicio desse desbravamento que estou auto promovendo.
então caros leitores, não tem nada haver com vocês.
Nunca falei de amor... e vou falar agora: Amor algo tão intimo do coração que as decepções não podem toca-lo pois o amor sobrevive a toda ofensiva externa que venhamos a passar. Mesmo cambaleando não podemos esconder, mergulhando no mar do esquecimento, algo tão grande e necessário ao homem que busca ser feliz promovendo o desbravamento interno, o aterro de abismo é algo possível em terreno regado pela fé.
Esses pensamentos ,que mal se encaixam, são o inicio desse desbravamento que estou auto promovendo.
então caros leitores, não tem nada haver com vocês.
O fim deixou.
Para quê buscar a concordância, se a coerência é me dada pelo fim? Na vida, eu sigo pelas veredas sem entender as bifurcações dos caminhos... consigo apenas ver uma luz crescente, luz essa formada pelas meus erros e duvidas que se resolvem com o tempo, que não para, a luz me guia pelo caminho mais coerente ao meu desejo... e torno a encher esse receptáculos com esperanças vãs que se vão juntas com o fim.
Vermes.
Criaturas capazes de arruinar a prosperidade... suas chagas perfuram a inspiração, suas chagas ultrapassam a barreira da sensatez humana quando é tocante ao sucesso tão aclamado e proclamado pela sociedade em putrefação continua, essa morbidez invade meu recinto e eu pressinto que as perfurações são continuas... há vermes em todos os lugares, posso senti-los em minha mente roendo minhas idéias... só consigo sentir um lugar livre da podridão: As nuvens que aclamo a vós. procurem pensar sobre oque vocês estão a pensar quando debruçam-se sobre as janelas, não usem a mente para coisas vazias e energumênicas procurem o antidoto vermicida que é o livre arbítrio que é dado pelo vosso criador.
Pensem.
Pensem.
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