Carreira de gato molhado pulando no telhado do vizinho, muro auto demais pra pular de uma vez, pegue distancia e com as quatro patas se apoia e lança-se por entre o ar cai no lodo crescente da semana de chuva... Um bumerangue velho reside em uma das dobrar parabólicas da brasilite isolante. um passarinho dando vacilo bate as asas de costas para o predador, um pulo certo resolve o problema e o desavisado é papado. Sabe-se que quando voltar para casa uma nega galega vai tá esperando pra acariciar o peitoral felino cheio de pelos lambidos com halito de leite fresco do kenedy... pode ser Do Vale ou parmallat é leite na panelinha escrota que nunca se acaba...nunca! sempre que a vontade de beber leite dá... lá está ela totalmente cheia.
Que a panela nunca se acabe.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
sábado, 28 de janeiro de 2012
Lauça da ultima hora.
Agrego a mim uma personalidade peculiar, é ela que se transmuta a cada olhar 21,5 lançado na minha camisa de pano com o nome da farmácia ai que não sei o nome ou em meus fios de estimação que saem de meu queixo. é eu aguento... e acho que isso até me fortalece.
Acho que nesse carnaval vou sair de casa em casa com um saco de batata pintado, sobre meu rosto pedindo compreensão e noção dos hipócritas e céticos de plantão que meus pensamento já não andam em solo betuminoso, dei um jeito de quebrar essa parafina e flutuar junto com o metano que emana de seu cérebro... sim eu posso até aproveitar esse momento regional para descolar um dinheirozin para pular Nação.
Sigam-me os Bons. "A lauça quer dinheiro! Quem não dar é pirangueiro! " (8)
Acho que nesse carnaval vou sair de casa em casa com um saco de batata pintado, sobre meu rosto pedindo compreensão e noção dos hipócritas e céticos de plantão que meus pensamento já não andam em solo betuminoso, dei um jeito de quebrar essa parafina e flutuar junto com o metano que emana de seu cérebro... sim eu posso até aproveitar esse momento regional para descolar um dinheirozin para pular Nação.
Sigam-me os Bons. "A lauça quer dinheiro! Quem não dar é pirangueiro! " (8)
sábado, 21 de janeiro de 2012
Bala de Elefante.
Olhei para o céu nessa madrugada chuvosa, senti um impacto impar em meu peito blindado pela falta de sono... A dor foi fina e capaz de tocar na alma hibernada pela vontade Marxista de viver numa Utopia liberal guiada por ideias totalmente conservadores... ao que diz respeito a Anarquia. Quando acordei sentir-me em um barco da esquadra francesa vagando pelo mar mediterrâneo durante a mexida milenar da fera de Jó, as ondas da incerteza guinchavam meu barco até suas cristas súbitas e inexploráveis, arremessavam-me por entre os ares ficando a merce da força mítica do eu interior, que mesmo cambaleando... foi capaz de estender o estandarte do pensamento livre e fora de qualquer prisão arremessada meticulosamente pela tela fina da minha sala.
Carrego no peito, uma lembrança...A bala que me livro dessa lama e me abriu a caixa à pensar.
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Tu é doido?
Essa pergunta é frequente , toda sonoridade já é considerada som ambiente para minha bigorna rachada... A resposta já mudou-se do cérebro, foi para ponta da língua atropelar o falante com o : "É pode ser... mas também pode não ser.." a reação do perguntante* é a mesma, de espanto. Pois não crer na mesma vertente que eu: Eu creio que em tudo ou todos há um conflito diário em que a sanidade, a felicidade e os "bons" entre a insanidade , a tristeza e os "maus" onde o meio em que se vive e que te rodeia fortalece um lado... Luz ou trevas e nessa balança descalibrada sempre pende para um lado, é isso que se manifesta é o desequilíbrio que forma a pessoa. Claro que com o passar dos anos desenvolvemos uma maquiagem maléfica e feridora de verdade, disfarçando a face podre com a corrupção ou de depressão, transformando num cameleão feliz e radiante que s própria face diz que a vida é boa e bela como para com os mortos.
Nessa terra só quem vive bem é o que já se foi, pois debaixo de 7 palmos de terra o sinal da globo não é bom.
Se liga rapaz.
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Metralhadora noturna.
O ratátá de suas macro perfurações em minha atmosfera cerebral, quebra o silêncio da madrugada sorrateira cheia de malicia e profundidade perpendicular ao sono que teima em não vim. Vou ajudando a zoada repetitiva com um impacto ondas plumônicas de prazer reconstrutor de ozônio cefálico (vazado). Vem o fim de ano e eu ganho o que queria, que bom.
é eu só queria falar da inspiração repentina do ratátá da metralhadora.
*não tem imagem*
é eu só queria falar da inspiração repentina do ratátá da metralhadora.
*não tem imagem*
sábado, 24 de dezembro de 2011
Astros Up-Nuvem
Bem por de cima das nuvens branquis, pode-se vê uma luz morena cheirando a pinho doce do Pará, esse meu olfato profano invade a atmosfera, imaculada por si só. Faço de escada para subir, meus versos octanados em prosa sem coerência! mas garanto que a coesão se esconde por detrás das viajem juptinianas procurando a morena do cheiro de pinho... vou desviado de estrelas e empacando em nebulosas pitorescamente familiares para minha mente cheia do caos da tempestade iônica que eu peguei quando passei lá de depois de Orion, vi que o leão que tanto me rotulam é um conjunto geométrico que Hierão ficaria feliz em tirar o perímetro, fui sugado para um lugar negro onde meus pensamentos pensavam e pensaram que o que eu pensava seria nulo em uma buraco que só suga o que pensamos.. Sai de lá, parei ali e só voltei quando o teu cheiro senti.. era pinho ô pinho. Acordei de um sonho que jamais esquecerei! PINHO
Haaar, como foi bom . voltei em!
Haaar, como foi bom . voltei em!
domingo, 18 de dezembro de 2011
Ombros amadeirados.
No mundo que estou, posso ver o que via e cria que não acabaria essa tal monotonia que me guiava pelo magistério incomodo da pressão alheia sobre meus ombros roídos por cupins de lei. Não sinto falta do que disseram que era bom, este conceito foi criado pela minha cabeça viajante faz é tempo, juro pelos fios ruivos de minha barba que todo meu córtex esquerdo carregará consigo pingentes carimbados com com... com carimbo mesmo. a vocês companheiros de viajens pelos vales da insegurança e incerteza, é a vocês que eu tenho a honra de dizer: Iaê meus veis, iaê meus amigos!
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