domingo, 13 de maio de 2012

Despertando,

Do fundo de mim, eu posso sentir , um novo "Eu" sendo ,moldado por aglutinados cerebrais que são lançados a cada segundo que permaneço quebrando paradigmas, que coube a mim construí-los. Estava me protegendo do meio ermo em que sobrevivia, mas agora estou para Despertar... é eu escolhi minhas armas!

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Reorganização da mobilha

Só de te ver eu penso em arrumar a mobilha do meu coração, para que possamos dançar a musica emitida pelos nossos olhares quando se entrelaçam... é lindo ver que estás viva e eu posso lembrar de ti  e toda vez que fecho meus olhos eu começo a construir frases, que servirão como carta, para demostrar meu amor incondicional a sua pessoa. Só sei que eu riu tanto de nossos desencontros que agora eu já nem sei mais, Eu quero paz vamos dançar como uma par pra não varia... Meu amor.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Sigo evoluindo... ou não.

Sem ver o nada, eu busco o tudo palpando ao tempo que é intolerante a paciência. É bronca, mas minhas orações estão batendo nos cinturões e caindo como um chuva branda de fim de outono que anuncia o fim do tempo das cactáceas já está no fim... E minha unica saída é apelar a ações humanas como a força que habita em minha caixa craniana! Querendo ou não é isso que me faz perambular por esse breu procurando o que eu mais temo encontrar a pura certeza que sou um humano que estagnou em sua evolução vã...

terça-feira, 13 de março de 2012

Utopia Homeriana.

Andei por terras distantes procurando uma espécime que habita em meus sonhos mais doces que o mel de teus lábios juntos aos meus, a cada passo que eu dou me aproximo de uma cidade onde posso sentir um cheiro forte de vida artropodiana, onde sinto que as linhas negras das paredes se comunicam abstratamente com meus olhos me indicando o caminho nesse labirinto do séc. XIX que me leva diretamente a ti.
 Ti ô femeá sonhadora que não paro de imaginar, Só sei que minha mente não parará de maquinar tua beleza digna de uma descrição Homeriana em um paragrafo da Odisseia veneziana que eu lemos todos os dias nessa rotina extra que se mistura com a realidade quando escapo da mesmas por focalizar meus pensamentos em um lugar junto ao teu seios aconchegantes, é utópico.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Vamos viajar pra aqui mesmo.

pra que sair daqui, se o mundo está no espaço entre a minha boca e a tua? para que gritar, se a voz ja se foi em respirações ofegantes de desejo? ... vamo fica aqui mesmo meu amor! multiplicar esse momento por um, para que sempre se repita, para que teus lábios nunca se desgrudem dos meus.
em teus olhos posso contar estrelas e bilhares de binários extra-solares, em tuas curvas projeto meus desejos em concavidade unica e tua voz é como o cantar das valquírias me chamando pra tomar um guarana com Odin. 
enfim, eu posso dizer que te amo.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Vida, é raro.

Um lugar lindo, com o céu azul e areia reluzente... Confesso prefiro dias chuvosos, mas quando aquele reflexo escarlate toca na minha pele, eu posso sentir um vividez endêmica de mim que faz tudo se encaixar, que faz tudo se alinhar... inclusive as estrelas que se arrumam para o espetáculo noturno, as nuvens bailam, a brisa perambula pelos céus vívidos.
 O mundo de hoje criou dentes e afiou suas garras, não que a vida tenha ficado mais difícil...é que desaprendemos a perceber seus sinais e desenvolver essa equação tão fuderosa que é a vida, pois ela é rara.
esse é o motivo de minha agonia... é o descaso com a própria vida cão, e a meticulosidade com a vida gato de outros. Queria .. queria não, EU QUERO que os campers de sniper bocal se preocupasse com a própria vida e com as metas, na qual eu tenho certeza que não foram batidas, pois ti perde muito tempo se flagelando com as dores e vitorias dos outros! A liberdade está para nascer nessa realidade presente, a unica saída é ir pra Suape no bambuzal tirar uma soneca.

Cronicas de um Gato. Part 1

Carreira de gato molhado pulando no telhado do vizinho, muro auto demais pra pular de uma vez, pegue distancia e com as quatro patas se apoia e lança-se por entre o ar cai no lodo crescente da semana de chuva... Um bumerangue velho reside em uma das dobrar parabólicas da brasilite isolante. um passarinho dando vacilo bate as asas de costas para o predador, um pulo certo resolve o problema e o desavisado é papado. Sabe-se que quando voltar para casa uma nega galega vai tá esperando pra acariciar o peitoral felino cheio de pelos lambidos com halito de leite fresco do kenedy... pode ser Do Vale ou parmallat é leite na panelinha escrota que nunca se acaba...nunca! sempre que a vontade de beber leite dá... lá está ela totalmente cheia.
Que a panela nunca se acabe.