quinta-feira, 27 de junho de 2013

Do aço ao coração..

Sei que uma dia branil sobre mim, algo que podia refletir o calor da fúria através de seu fio gélido em contato com meu cosselete negro de couro banhando por um sentimento nobre, meu amor por ti que pulsa sobre o couro da pele branca sobre o leito do hospital, ainda é forte o sentimento que por ti sinto...

Texto escrito sobre o leito do Getulio Vargas.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Lindo #Vemprarua.

É com uma imensa caneca de café, ao meu lado, que inicio uma breve conjectura literal: veja bem, hoje tirei o meu dia para ir ao que considero o grito da nação! Clamando que o seu filho aprochegue-se em em seu peito e chore de alegria por ter conseguido sarar a doença chamada desigualdade...foi lindo ir, foi dolorosos e mágico a caminhada no meio de gente que quer mudar o Brasil em sua volta, gente que não aceita esse loop governamental que só repete esse cardápio de café e leite! e o melhor no paz.
 Hoje, um dia depois de iniciar esse meu texto fui ver as noticias sobre o "protesto" de ontem e ainda sim sigo com um sorriso no rosto e com uma vontade imensa na garganta de gritar que sou brasileiro! mesmo com várias pessoas dizendo que "foi pacifico demais", "isso não vai dar em nada", "bando de desocupado", "eu quero saber de meu dinheirinho entrando no meu bolso e o resto que se dane" e várias outras blasfêmias sem nexo( na minha opinião) que não vale ser digitado por meus dedos eu continuo achando que a "pouco violento" protesto de ontem mandou a sua mensagem para a população, pra você ver quando estava indo da minha casa (Rua da Lama - Prado) com uma turma até a concentração a galera que passava de carro ou moto buzinava e erguia sua mão como um sinal de apoio! mas o mais lindo de tudo foi a volta, eu completamente morto com a perna doendo pra caramba( lembrando que faz 8 meses que eu sofri a fratura exposta da tíbia e interna da fíbula, to com uma placa e 6 parafusos) e quando estava passando lá em uma rua várias senhoras e senhores e algumas ciranças mandaram uma salva de palmas junto com gritos: "protesto!, protesto!..."," é isso ai!.." caramba eu me arrepiava todo e ainda me arrepio.
No fim a mensagem ficou #OGiganteAcordou.
paz.

sábado, 1 de junho de 2013

Teu sorriso aberto, meu portal.

o mundo não para, ele muda e muda muito é como uma conversão paradoxal de diferentes tempos e eu continuo na cronologia anormal da normalidade que me puxa pra dentro de um buraco negro encrostado na mazela cotidiana, acho que a unica forma de escapar desse fim é me agarrando em uma ideia passageira que escapa da sucção e surge em minha mão, é a tua imagem pairando em minha escapatória, teu sorriso aberto, teus olhos que por clichê são mais lindos que eu ... ( HAHA) tu me salva, tu me ergue a mão e me puxa desse fim não tão explorado pelas áreas mais obscuras da ciência humana. mas acho que a reposta paira no seriado antigo chamado Star Trek, é algo como uma dobra espacial abrindo assim uma brecha entre o passado presente e o futuro pretérito que é imperfeito por já esta pre confirmado, mas que me leva a teu riso mais uma vez, fecho meu olhos e só consigo me jogar em teus olhos! é legal.

é o som do momento,

 ta na cabeça, ta na alma e sai em meus poros! o que venho sentindo nesses meses não tem tamanho e não pode ser quantificado por cordas imaginarias que não não consigo imaginar com essa minha imaginação não tão imaginante e como eu imaginava isso é grande demais. deixando o jogo de palavras sem sentido pra lá, é verdade parceiros to feliz pra caramba, to andando na direção certa e eu sinto isso.
http://www.youtube.com/watch?v=3asAPgLyPxc

sábado, 30 de março de 2013

Dia quente.

A vontade de alçar voo, passar pelas nimbus e alcançar a paz negra, sentir o frio do vazio , sentir o calor do sol e pensar sobre o que eu era, sou e talvez serei.
 É tensa a ideia de que todas minhas decisões erradas podem acarretar uma dor futura, pois não sei vocês! mas aqui está um cara que não gosta de sofrer e prefere apagar tal possibilidade de dor... é mas agora venho na minha cabeça e vejo que é a dor que amadurece e nós fazem por assim dizer... Humanos.
 Não importa se o dia vai ser quente ou frio ele continuara sendo chamado de dia, ele não vai parar e ele vai cobrar tudo aquilo que você merecer ser cobrado.

Brother

eu não sei bem pq a minha humanidade grita por igualdade, mas com mesmo força vem meu raciocínio e diz que a humanidade é falha e sussurra individualismo por entre os cantos, a humanidade é podre e bela. Simbioticamente esse abismo de lixo e flores sobrevivem antagonicamente dentro de um caixa óssea, man isso é fantástico enche-me a boca tentar falar disso pois faço parte desse yin yang, eu sou podre e limpo, seu escoria e aliados, sou Hal e Sinestro e sou pq sou. vou falar com minhas palavras o que um brother meu disse: dentro de nós existem vários anjos e demônios e eles esperam a hora certa de aparecer, somos inconstantes, somo imprevisíveis somos humanos.
Não da pra fugir disso, o mundo sempre sera o mundo odiado e amado... cara é a natureza antagônica da vida.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Lapada.

É man, levei uma lapada... foi da vida, uma senhora pancada na minha consciência cidadã. Foi para alertar-me sobre o que fazia de errado na minha vida trípedi, o que deixava de fazer, o que omitia minha ação em relação ao ato não consumado e é errado da minha parte não ser contingente quando em relação a algo tão significativo para minha vida secular. Imagino que isso aconteça nos muitos contos plurais por esse mundo grande e real em que sobrevivemos e levaremos para a sarjeta se permanecermos sem uma vertente firme e forte, em relação ao futuro, em nosso jeito de viver. Mas quem sou eu para injetar esse deslumbre de futuro amplo na mente de mais de 7 bilhões de seres? Que deveriam ser singulares cada um de seu devido jeito.
Bem, tenho que dizer que o a vida é complicada e não é esse meu esforço de escrever que vai me acordar para ela, mas caramba se eu não estou vivendo, se eu estou dormindo cadê a parte boa? sei lá um sonho bom onde a minha rotina é suportável?



















MCavalcanti, querendo acordar